Itapoã Clube de Campo, Santa Mariana-PR
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Exercícios não são eficazes para perda de peso

Pesquisa americana descobriu que corpo se adapta ao nível de energia


A importância da atividade física para a saúde e o bem estar é incontestável, mas nem sempre exercícios são suficientes para a perda de peso. Uma nova pesquisa, realizada pela Universidade da Cidade de Nova York e publicada no periódico cientifico “Current Biology” aponta que a prática de atividade física não ajudará quem precisa perder peso em longo prazo.



O estudo descobriu que nossos corpos acabam se adaptando o nível de gasto de energia que realizamos por dia, mesmo quando praticamos mais exercícios.


Os cientistas acreditam que é necessária uma reavaliação dos impactos da atividade física no balanço energético. Tal resultado não diminui a importância dos exercícios para a saúde do corpo e da mente. O estudo apenas enfatiza que exercícios, sem uma dieta adequada, são ineficientes para o processo de emagrecimento, se não forem comungados uma dieta adequada. A falta de um programa alimentar voltado para o emagrecimento justifica o motivo das pessoas que querem emagrecer começarem a se exercitar e não alcançarem resultados.



Para melhor avaliar a questão, os pesquisadores mediram o gasto de energia diário e o nível de atividade física de mais de 300 voluntários de ambos os sexos durante uma semana. Inicialmente, foi constatado um pequeno efeito na atividade física no balanço de energia. Ao longo da avaliação os pesquisadores perceberam que os participantes que realizavam um nível moderado de atividade física, gastavam por dia cerca de 200 calorias a mais do que os sedentários. E os participantes que praticavam mais exercícios não sentiam os efeitos do aumento de atividade física no seu gasto de energia.




Portanto, a conclusão é que mais exercícios não significaram mais calorias queimadas. Mas pode existir um ponto ideal na atividade física, ponto este que melhor responda as mudanças no nível das mesmas.












































































FONTE: http://bemstar.globo.com/index.php?modulo=fitness_home


5 maneiras de diminuir o tédio e perder mais calorias na esteira

Intercalar a velocidade, misturar treinos e optar por uma manutenção podem te ajudar a emagrecer ainda mais.


Recorrer à esteira é a opção da maioria das pessoas que precisam ou desejam emagrecer. O exercício é uma maneira simples e que funciona, mas muitas vezes acaba se tornando entediante e pode até demorar a dar resultado. 


Por conta disso, a revista norte-americana “Women’s Health” listou 5 maneiras de queimar mais calorias diversificando seu treino.


1 - Para quem deseja emagrecer, intensidade na hora da corrida é uma regra, mas muitas vezes a frequência cardíaca aumenta o cansaço e não nos permite correr por muito tempo. Por isso, é indicado achar um meio termo. Tente correr de forma intensa durante 30 minutos em alguns dias e no outro caminhar por uma hora.


2 - Intercalar a velocidade da corrida é mais uma forma de queimar calorias e diminuir o tédio. Uma opção é correr mais intensamente durante 2 ou 3 minutos e depois voltar a velocidade inicial, mais tranquila.


3 - Você sabia que inclinar a esteira pode aumentar drasticamente a perda de calorias? Sua velocidade vai diminuir, mas o esforço exigido acelera o processo de emagrecimento.


4 - Tirar alguns dias de descanso para fazer apenas a manutenção do treino evita lesões e diminui o tédio. Por isso, alterne dias de corridas intensas e longas com outros de breves caminhadas.


5 - Ainda segundo a revista, o ideal é misturar exercícios e não ficar somente na esteira. Pesquisas revelam que a melhor forma de perder peso é achar uma combinação de treinos de resistência, intervalos, força e alongamento.


Além das dicas, é importante sempre consultador um educador físico para potencializar seus treinos e conseguir melhores resultados. 











































































FONTE: http://saude.ig.com.br/bemestar/2016-03-14/5-maneiras-de-diminuir-o-tedio-e-perder-mais-calorias-na-esteira.html


As vantagens e as desvantagens de se fazer exercícios em dupla

Fazer exercícios em duplas é uma prática cada vez mais popular.


Provavelmente o motivo é a falta de tempo e a rotina cada vez mais agitada. Muitos tentam aproveitar ao máximo o tempo que sobra no dia com as pessoas mais próximas e isso não é feito apenas com o ócio ou divertimento, mas também com atividades que tragam um benefício comum.

"Os benefícios do exercício são claros e foram demonstrados em muitos estudos: desde funcionar como um antidepressivo até as vantagens diretas para a saúde e condicionamento físico das pessoas", disse à BBC Mundo a psicanalista Alejandra Menassa, que já publicou trabalhos especializados em psicologia do esporte.

"Além disso, cria uma sensação de bem-estar ao liberar a endorfina. Quando esta sensação é compartilhada com seu parceiro ou parceira é potencializada já que se trata de uma pessoa próxima, com a pessoa com quem você tem um laço afetivo e isso faz com que seja mais agradável."


Motivação
Há estudos que mostram que há vantagens em fazer exercício com um parceiro ou em grupo em relação às pessoas que fazem exercícios sozinhos.

Os adeptos da atividade física em duplas ou grupos ficam mais felizes e tem mais energia, eles enfrentam os desafios em equipe e isto contribui para um estímulo positivo.

"É mais fácil para as pessoas fazer exercício com alguém já que qualquer atividade proposta a um ser humano será mais fácil de ser feita se ele adquirir um compromisso com outra pessoa", afirmou Menassa.

A médica acrescenta que já foi demonstrado que quando as pessoas fazem exercício em dupla "ficam mais tempo na atividade, não abandonam logo".

"Às vezes você não tem vontade de ir sozinho à academia quando precisa ir ou quando precisa fazer uma corrida e simplesmente decide não ir. Mas se há alguém que está te esperando, com quem combinou ir, pode ser que você se sinta pressionado a cumprir (o compromisso).


Conexão
Um dos maiores benefícios de fazer exercício em dupla é a conexão que aparece entre as duas pessoas, já que não apenas influi na atividade física, mas também no aspecto emocional.

Alejandra Menassa afirma que existem muitos aspectos positivos quando a dupla têm interesses em comum.

No aspecto exclusivamente físico, uma pessoa pode ajudar a monitorar constantemente o progresso da outra, corrigir ou melhorar uma postura ou animar o parceiro ou parceira quando surge alguma dificuldade em algum exercício.

E isto pode oferecer uma nova via de comunicação, além de complementar a rotina de ambos incorporando exercícios que eles não praticariam de forma individual.

No entanto, apesar de todas as vantagens, também existem inconvenientes.

"Se você está muito concentrado na realização de um exercício que é muito preciso, por exemplo, com uma máquina em que precisa ter muito cuidado com a postura, fazer este exercíco em dupla pode ser um elemento de distração se estão em um momento de muita atração sexual ou de tensão", disse a psicanalista.



Competitividade
As diferenças quanto ao rendimento também podem ser contraproducentes na hora de fazer exercícios em dupla.

Pode ser um estímulo para o progresso do outro, mas também pode ser um limitador na hora de conseguir novos objetivos.

"Por exemplo: tenho uns pacientes que são corredores de maratona e ele sempre tem dificuldade para progredir pois tem uma marca melhor que a dela mas não quer deixá-la para trás", disse Menassa.

"Isso gera um pouco de conflito porque há um nível de competitividade, como é habitual nos esportes."

Neste sentido é importante estabelecer que não se trata de saber quem é o mais forte ou mais rápido, é preciso compreender as diferenças entre o organismo feminino e o masculino e também onde cada um pode chegar.



Objetivos em comum?
Apesar de todas estas razões, não é tão fácil chegar a um consenso quanto aos benefícios de se fazer exercícios em duplas.

Muitas academias recomendam que sejam estabelecidos programas de exercícios individuais e em horários diferentes para concentrar o esforço nas necessidades de cada um.

A razão é que é muito difícil estabelecer objetivos em comum ou mudar as rotinas devido às diferenças entre a maioria dos casais e devido à tensão que isto pode gerar em uma relação.

"Depende muito do casal, já que há partes que ambos decidem compartilhar (...). Mas outras pessoas reservam o momento da academia ou do exercício apenas para eles e para fazer coisas individualmente", afirmou a psicanalista.

"É por isso que a academia frequentemente é um bom momento do dia para estar sozinho, estar em uma hora privada que a pessoa não quer compartilhar", disse.

Uma famosa psicóloga sentimental, Sherry Amatenstein, publicou em um de seus trabalhos que "os casais que transpiram juntos ficam juntos", já que a atividade física benefícia o corpo e a mente.

Mas é importante entender que não há algo universal que serve para todos e que são os próprios casais que devem decidir se fazer exercício também contribui para melhorar o relacionamento.
















































































FONTE: http://saude.ig.com.br/bemestar/2016-04-02/as-vantagens-e-as-desvantagens-de-se-fazer-exercicios-em-dupla.html


Abdominais hipopressivos: o exercício da moda para reduzir a cintura

Exercício destaca a boa postura, contração e controle da respiração para trabalhar músculos

 

Modelos e celebridades têm popularizado os chamados abdominais hipopressivos, um tipo de exercício de contração do abdômen baseado na pressão e tensão que, até certo ponto, pode substituir os exercícios abdominais tradicionais.

Juan Francisco Marco, professor do centro de ciência esportiva Alto Rendimento, na Espanha, afirma que a chave para o sucesso com esses exercícios é saber qual é o objetivo.

A técnica é usada por algumas mulheres depois de dar à luz, mas as vantagens deste tipo de abdominal não são exclusivas para as modelos e nem apenas para as mulheres que acabaram de ter um filho. O exercício pode beneficiar a maioria das pessoas.

"A teoria do exercício hipopressivo é que é um treinamento baseado principalmente na contração isométrica da musculatura profunda abdominal, em que há tensão muscular, mas não há movimento", disse o preparador físico espanhol. "O que se consegue é a redução da cintura e a tonificação do abdômen profundo”.

Postura
Marco destaca que o fato de manter o abdômen bem contraído já pode ser considerado como um exercício hipopressivo, já que simplesmente o objetivo é ativar a musculatura profunda abdominal e abrir a caixa toráxica.

"Depende muito da respiração e uma de suas características principais é a apneia (prender a respiração)."

Por ser um exercício baseado nas posturas, é muito importante ter consciência de como se consegue a ativação dos músculos, com orientação para cada uma das posturas do corpo. "Se é feito sem orientação e de forma descontrolada pode chegar a provocar outras patologias de origem mecânica", disse o professor.

Os abdominais hipopressivos não são recomendados para mulheres grávidas nem para as pessoas com pressão arterial elevada já que, ao prender a respiração, a pressão sanguínea aumenta.

Mas os benefícios deste exercício são muito recomendados para o período pós-parto, já que, depois de dar à luz, as mulheres sofrem com a fragilização da musculatura profunda do abdômen.

"Trabalhando esta parte do corpo, consegue-se reafirmar tudo o que é o cinturão pélvico, ativando também a musculatura lateral, os oblíquos, a zona lombar", acrescentou Marco. "Também diminui o contorno da cintura e aumenta a musculatura."

Tensão e pressão
A recomendação é de que os abdominais hipopressivos sejam feitos em uma rotina de entre 20 e 30 minutos ou como complemento de outra sessão, já que não estão dirigidos à perda de peso, mas sim ao efeito muscular.

Há uma grande variedade de posições e posturas. Mas Marco alerta que é importante não praticar todas elas desde o começo: a pessoa precisa evoluir à medida que aumenta o preparo físico.

Entre as posturas mais básicas desse tipo de exercício estão:

Alongamento: "É feito de pé. É preciso manter o abdome bem apertado, bem ativado, com os braços esticados para cima."

Coaptação: "Pode ser traduzida como a queda das articulações pela ação da gravidade. Você inclina o tronco para frente, deixa os ombros caírem para baixo e, nesta posição, mantenha o abdome contraído."

Quadrupedia: "É a posição que se conhece como ficar de quatro, e que também precisa manter o abdome contraído."

Também há outras posições simples como a que a pessoa fica sentada com as pernas dobradas ou outras mais complicadas, como a que é conhecida como prancha.

Este exercício abdominal hipopressivo surgiu na década de 1980 como uma alternativa aos abdominais tradicionais, que muitos achavam que resultavam em um abdômen volumoso. Hoje o recomendado é que os dois tipos de exercício se complementem.

Enquanto que com um tipo a pessoa ganha massa muscular e facilita a aparição do "tanquinho", o outro tonifica e reduz o contorno da cintura.

E além dos exercícios, a pessoa também precisa cuidar da dieta para evitar a acumulação de gordura na região abdominal.


















































Fonte: http://saude.ig.com.br/bemestar/2016-02-16/abdominais-hipopressivos-o-exercicio-da-moda-para-reduzir-a-cintura.html


Qual a melhor dieta para cada exercício?

Nutricionista indica quais alimentos combinam com cada atividade e dá dicas para você ter energia para se movimentar e melhorar seus resultados com os exercícios

Se você decidiu começar uma atividade física e agora não sabe o que comer para ter energia durante o exercício e também para repor os nutrientes perdidos durante a malhação, não se desespere.

Andrea Zaccaro, nutricionista e presidente da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, explica que não existe uma dieta específica para cada exercício, mas ressalta que é importante ter em mente que cada modalidade gasta uma quantidade maior ou menor de calorias e isso vai interferir, sim, na sua alimentação. Veja as indicações da especialista: 

  • Corrida 

1 hora = 812 calorias gastas

Alimentos indicados: tapioca, pão integral, torrada, aveia, iogurte, banana e suco de frutas

  • Musculação

1 hora = 520 calorias gastas

Alimentos indicados: cereais sem fibras, pão integral, bolo simples, carnes, massas, frutas e cereais 

  • Artes marciais

1 hora = 650 calorias gastas

Alimentos indicados: pão integral, queijos, carnes magras, massas, frutas e cereais.

  • Pilates 

1 hora = 325 calorias

Alimentos indicados: banana, iogurte, tapiocas, pães e frutas

  • Caminhada

1 hora = 260 calorias

Alimentos indicados: frutas, sucos, torradas e cereais integrais. 

A nutricionista ainda dá uma série de dicas: 

- faça refeições a cada 3 ou 4 horas;

- as refeições devem conter todos os nutrientes que precisamos: carboidrato, proteína, gorduras, fibras, vitaminas, minerais e água; 

- coma carboidrato antes do exercício, pois ele é o nutriente mais importante para gerar energia; 





































































FONTE:http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/


Quanto tempo o iniciante deve fazer de atividade? Qual gasta mais calorias? Veja

Você decidiu começar uma atividade física e está na dúvida: corrida ou caminhada, qual a melhor opção? Para quem não está procurando resultados de atleta profissional, caminhada e corrida são duas escolhas de exercícios físicos igualmente boas.

Dados recentes de uma pesquisa conduzida pela Universidade da Califórnia, Estados Unidos, mostram que pessoas que caminham rápido ou correm têm ganhos semelhantes quanto à saúde geral.

Conheça mais sobre cada atividade – e corra ou caminhe na direção da que melhor encaixar para a sua personalidade, finalidade e rotina.

Como começar a atividade física?

Para começar, vale ir devagar. A ideia é optar por uma caminhada leve e ir acelerando aos poucos. Se tiver um condicionamento físico melhor, pode apostar na corrida, também iniciando com um ritmo mais moderado. 

Quanto tempo?

Se optar pela caminhada, órgãos internacionais de saúde recomendam pelo menos 30 minutos cinco vezes por semana. Se a atividade for mais intensa, como a corrida, a ideia é fazer 15 minutos cinco vezes por semana. 

Qual exercício escolher?

Corrida e caminhada têm seus benefícios. Na corrida, o gasto calórico é maior, por exemplo. São 10 calorias por minuto. Na caminhada moderada, o valor cai para 5,5 calorias por minuto. 

Já a caminhada tem menos impacto e pode ser mais "segura" para o corpo. E esse impacto atua na reciclagem dos ossos, com a vantagem de causar menos fraturas por estresse do que a corrida. Estudos mostram que andar é recomendado até para quem já sofre com osteoporose. 

Se a ideia é passar da caminhada para a corrida, fique atento. O movimento de trotes castiga mais as articulações, portanto, para acelerar o ritmo é preciso um trabalho conjunto de fortalecimento muscular. 

Roupa e calçados

Tanto na corrida quanto na caminhada, é fundamental escolher bem roupas e calçados. O tênis deve respeitar o tipo de pisada do praticante. Para descobrir qual é sua pisada e qual tipo de amortecimento indicado, consulte um ortopedista. 

A roupa deve ser leve, principalmente para as atividades ao ar livre. 

























































FONTE: http://saude.ig.com.br/bemestar/

Qual a quantidade certa de atividade física para a vida?

Os exercícios físicos levantam uma questão: quanto é muito pouco, em excesso ou a medida certa para melhorar a saúde e a longevidade? Dois grandes estudos recentes trouxeram alguma luz ao assunto, sugerindo que a dose ideal de exercícios para uma vida mais longa é um pouco mais do que muitos de nós acreditamos, mas menos do que outros esperam. As pesquisas também descobriram que exercícios prolongados ou intensos provavelmente não são prejudiciais e podem somar anos à vida das pessoas.

Não há dúvidas de que qualquer quantidade de exercícios físicos é melhor do que nada. Como os remédios, eles são conhecidos por diminuir o risco de desenvolvermos várias doenças e de morte prematura.

Mas, ao contrário dos remédios, as atividades físicas não vêm com instruções de quantidades. Os parâmetros atuais das organizações de saúde e governamentais falam em 150 minutos de exercícios moderados por semana para manter a saúde e o condicionamento físico.

Mas nunca ficou claro se essa quantidade é o mínimo que as pessoas deveriam fazer ou se a dose ideal.

Os cientistas também não sabem se há um limite máximo, além do qual os efeitos se tornam prejudiciais; e qual a intensidade mais efetiva no que diz respeito à longevidade.

As novas pesquisas, publicadas na semana passada no JAMA Internal Medicine, tentam responder essas questões.

No maior dos dois estudos, os pesquisadores do Instituto Nacional do Câncer, da Universidade de Harvard e de outras instituições se juntaram e combinaram as informações de hábitos de exercícios de seis longas pesquisas sobre saúde, o que resultou em uma análise de dados de mais de 661 mil adultos, a maioria na meia idade.

Usando essas informações, os pesquisadores escalonaram os adultos pelo tempo semanal de exercícios, daqueles que não faziam nada até os que se exercitavam dez vezes ou mais do que as recomendações atuais (o que significa que faziam atividades físicas moderadamente 25 horas por semana ou mais).

Eles então compararam 14 anos de históricos de morte no grupo. Os pesquisadores descobriram que, como era esperado, as pessoas que nunca se exercitavam tinham maior risco de morrer prematuramente.

Mas aqueles que faziam algum exercício físico, mesmo sem chegar à quantidade recomendada, diminuíram o risco de morte prematura em 20%.

Aqueles que seguiam as recomendações à risca, completando 150 minutos de exercícios moderados por semana, tiveram maiores benefícios relacionados à longevidade: 31 por cento menos risco de morrer durante o período de 14 anos comparados com aqueles que não fizeram nada.

O ponto ideal para os benefícios, no entanto, foi para aqueles que triplicaram a quantidade recomendada, exercitando-se moderadamente, a maioria andando, por 450 minutos por semana, ou um pouco mais do que uma hora por dia. Essas pessoas tiveram um risco 39 por cento menor de morrer prematuramente do que aqueles que não faziam atividades físicas.

A partir daí, os benefícios se mantiveram estáveis, segundo os pesquisadores, mas não declinaram significativamente. Os poucos que faziam 10 vezes mais do que a quantidade recomendada tiveram praticamente a mesma redução no risco de morrer do que aqueles que faziam exatamente a quantidade recomendada. Eles não conseguiram uma melhora significativa na saúde para todas aquelas horas extras que gastaram suando. Mas também não aumentaram o risco de morrer jovens.

O outro estudo lançado recentemente chegou a uma conclusão parecida sobre a intensidade. Enquanto algumas pesquisas insinuaram que exercícios puxados e frequentes poderiam contribuir para a mortalidade precoce, o novo estudo descobriu o contrário.

Pesquisadores australianos examinaram de perto informações de uma pesquisa sobre saúde feita com mais de 200 mil australianos adultos, determinando quanto tempo as pessoas passavam se exercitando e quanto dos exercícios elas qualificavam de vigorosos, como correr ao invés de andar, ou jogar uma partida de tênis individual competitiva ao invés de um jogo de duplas tranquilo.

Então, eles analisaram as estatísticas das mortes. E, como no outro estudo, descobriram que cumprir as recomendações reduzia significativamente o risco de morte prematura, mesmo se o exercício fosse moderado, como andar.

Mas, se a pessoa fazia um exercício vigoroso, ocasional ou não, ganhava uma pequena, mas não insignificante, redução na mortalidade. Aqueles que passavam até 30 por cento do tempo dedicado às atividades físicas se exercitando de maneira vigorosa tiveram nove por cento menos risco de morrer prematuramente do que as pessoas que se exercitavam pelo mesmo tempo, mas sempre moderadamente. Aqueles que passavam mais de 30 por cento do tempo de atividades físicas em exercícios puxados ganharam uma redução extra de 13 por cento na mortalidade precoce, comparados com aqueles que não se esforçaram muito. Os pesquisadores não notaram qualquer aumento da mortalidade, mesmo entre aqueles poucos que faziam uma grande quantidade de exercícios intensos.

Claro que esses estudos se baseiam na lembrança nem sempre muito precisa de hábitos de atividades físicas e não são pesquisas aleatórias, então não podem provar que qualquer dose de exercícios causou mudanças nos riscos de mortalidade, apenas que há uma conexão entre a prática de atividades físicas e os riscos de morte.

Ainda assim, as conexões foram fortes e consistentes e a mensagem parece bastante clara, de acordo com os pesquisadores.

Qualquer pessoa que pode fazer atividades físicas deveria tentar "chegar a pelo menos 150 minutos de exercícios por semana e cerca de 20 a 30 minutos de atividade vigorosa", afirma Klaus Gebel, pesquisador sênior da Universidade James Cook, em Cairns, na Austrália, que liderou a segunda pesquisa. E, uma dose maior, para aqueles que quiserem, não prejudica a saúde, diz ele.
























































FONTE: http://noticias.uol.com.br/saude/

Os sete principais cuidados com a criança na piscina

Por volta dos seis meses de vida, o bebê já pode ser estimulado na piscina e aproveitar muitos benefícios. Um estudo recentemente divulgado por pesquisadores do Griffith Institute for Educational Research, na Austrália, aponta que quanto mais cedo a criança aprende a nadar melhor é o seu desenvolvimento intelectual. No entanto, pais e responsáveis precisam ter muito cuidado para evitar acidentes. Para acertar nas medidas protetoras e garantir um verão divertido e seguro para o pequeno, confira os maiores cuidados que os especialistas recomendam.


Uso de boias


A necessidade de usar boias vai depender muito de quanto a criança está acostumada a nadar. Um profissional especializado em natação infantil poderá ajudar a determinar isso. "Nas aulas de natação, fazemos uma ambientação aquática de modo que a criança tenha segurança e capacidade de nadar sem a boia, mas isso só acontece com o tempo", conta a professora e especialista em natação infantil Mari Ferreira, da Escola Mundo Azul, em São Paulo. Usando ou não as boias, é fundamental que os pais fiquem sempre atentos quando as crianças estiverem na praia ou na piscina. "As crianças devem ser supervisionadas a cada segundo e sempre por um adulto que não tenha medo da água e que saiba como proceder em casos de emergências", afirma a fisioterapeuta Paula Olinquevitch, especialista em estimulação pré-natal e infantil do Instituto Little Genius de Pesquisa e Estimulação. Há o risco, por exemplo, de a criança com boias nos braços se desequilibrar e ficar com o rosto na água, podendo se afogar. 


Piscinas com grande profundidade

Não sustente a falsa impressão de que não há problemas quando a criança consegue ficar de pé - há risco de afogamento em qualquer área da piscina, mesmo na parte mais rasa. Mas é verdade também que nadar em piscinas de maior profundidade exige uma atenção ainda maior dos pais. "Preferimos fazer com que a criança se adapte primeiro ao ambiente aquático com auxílio dos pais até que consiga se descolocar sozinha para só então ir a uma piscina mais profunda", conta a professora Mari Ferreira. Para crianças que já sabem nadar bem, o cuidado é o mesmo do que o uso de boias: os pais devem estar por perto e sempre a postos para entrar na água a qualquer momento. 


Pais e responsáveis precisam entrar na piscina?

Bebês com até dos dois anos sempre devem estar acompanhados, mesmo que estejam em uma piscina de 10 centímetros de profundidade. "Esse cuidado deve ser redobrado quando outras crianças estão compartilhando a piscina, já que podem afundar o bebê sem querer ou formar ondas na água que cubram o rosto dele", alerta a fisioterapeuta Paula. Já as crianças mais velhas e acostumadas com a água podem ter a supervisão de fora - sempre com cuidado. Na praia, por exemplo, não adianta ficar sentado embaixo do guarda-sol observando a criança distante nadando no mar. "Fique atento para não cochilar, não dar as costas para a criança, evitar atender telefonemas que possam distraí-lo ou sair para buscar algo e deixá-la sem supervisão, mesmo que por alguns minutos", acrescenta Paula.  



Brincadeiras na borda da piscina

Na escola que Mari Ferreira dá aula, são feitas algumas brincadeiras para conscientizar as crianças sobre o perigo que brincar na beira da piscina representa. "Pedimos, por exemplo, que elas tragam uma camiseta para sentirem como é difícil nadar de roupa e aprenderem a tirá-la se algum dia acontecer o acidente de caírem na piscina", conta a especialista. Para os pais que não têm filhos matriculados em escolas de natação, vale a pena investir em uma conversa cuidadosa para que eles entendam quais são as regras ao usar a piscina. O cuidado é o mesmo para brincadeiras dentro da água: abraçar, afundar o amiguinho e outras atitudes não devem ser aceitas. 


Deixar boias e pranchas espalhadas é mais seguro?

Na verdade, a principal forma de segurança é a atenção constante dos pais ou responsável. "Boias podem dar a falsa impressão de que a criança está segura e não precisa de supervisão, o que não é verdade", conta a professora Mari Ferreira. Se a criança engolir muita água e se afogar por conta de uma brincadeira ou um desequilíbrio, dificilmente conseguirá chegar até uma boia para se segurar. 


Cloro da piscina

Apesar de a natação e as atividades aquáticas serem recomendadas para o desenvolvimento da criança, a água da piscina precisa ser adequadamente higienizada para preservar a saúde dela. "O cloro irrita a pele e as mucosas do nariz e dos olhos, podendo desencadear crises de asma, rinite alérgica e dermatite", explica a fisioterapeuta Paula. Bebês são ainda mais sensíveis ao cloro. Por isso, o ideal é procurar uma academia de natação ou uma piscina que tenha um tratamento menos agressivo, como: - A radiação ultravioleta, que é capaz de inativar microrganismos; - O uso de ozônio (gás natural) que combate bactérias, algas, fungos e vírus e é considerado o mais eficaz e seguro método de tratamento de água para crianças; - Uma associação de vários métodos, com a aplicação mínima de cloro.



Brincadeiras com baldes e bacias

Essa é para os bebês: parece que não há perigo algum deixar a criança pequena brincando com um balde de água, mas muitos dos afogamentos nessas situações podem acontecer durante os poucos segundos que os pais se distraem para atender um telefonema. A ONG Criança Segura, que tem o objetivo de orientar os pais dos maiores acidentes dentro de casa com a criança, indica que a maioria desses acidentes ocorre por descuidos, como: deixar o portão da piscina destrancado, sair para atender a porta da frente ou pegar a toalha enquanto o bebê está sozinho brincando com baldes ou na piscina, deixar a porta do banheiro aberta e a tampa da privada destampada (na faixa etária até dois anos, até vasos sanitários podem ser perigosos), entre outros. 





 

Fonte: Minha Vida


Cuidados com a pele

Durante o verão, aumentam as atividades realizadas ao ar livre. A radiação solar incide com mais intensidade sobre a Terra, aumentando o risco de queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Por isso, não podemos deixar a fotoproteção de lado. Veja a seguir dicas para aproveitar a estação mais quente do ano sem colocar a saúde em risco.


Roupas e acessórios

Além do filtro solar (nosso de todo dia), no verão é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois  retêm cerca de 90% das radiação UV.  Tecidos sintéticos, como o nylon, retêm apenas 30%. Evite a exposição solar entre 10h e 16h (horário de verão). As barracas usadas na praia devem ser feitas de algodão ou lona, materiais que absorvem 50% da radiação UV.  Outro objeto que tem extrema importância são os óculos de sol, que previnem cataratas e lesões á córnea.


 

Filtro solar

O verão é o momento de intensificar o uso de filtro solar, que deve ser aplicado diariamente, e não somente nos momentos de lazer.  Os produtos com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou 20 podem ser usados no dia a dia; e o FPS 30 ou superior  é ideal para uma exposição mais longa ao sol (praia, piscina, pesca etc.).

O produto deve proteger contra os raios UVA (indicado pelo PPD) e contra os raios UVB (indicado pelo FPS). Aplique o produto 30 minutos antes da exposição solar, para que a pele o absorva. Reaplique-o a cada duas horas, mas fique atento, esse tempo diminui se houver transpiração excessiva ou se você entrar na água. Aplique o protetor uniformemente em todas as partes de corpo, isso inclui mãos, orelhas, nuca, pés

Uma dica bacana é que o uso de fluidos siliconados nas pontas dos cabelos impede que eles se danifiquem com o vento, calor ou maresia. Não se esqueça de proteger as cicatrizes. Quando novas podem ficar escuras se não forem protegidas. Se antigas podem desenvolver tumores na pele, apesar de ser um evento raro. Pode ser colocado o filtro na própria cicatriz ou protegê-las com adesivos ou esparadrapos.

Em crianças, inicia-se o uso do filtro solar a partir dos seis meses de idade, utilizando um protetor adequado para a pele sensível da criança, de preferência os filtros físicos. Você pode pedir orientação a um pediatra ou a um dermatologista sobre qual o melhor tipo para cada caso. É preciso que as crianças e jovens criem o hábito de usar o protetor solar diariamente, pois 75% da radiação acumulada durante toda a vida ocorre na faixa entre 0 e 20 anos.


Alerta: As pessoas de pele negra têm uma proteção “natural” da pele, pela maior quantidade de melanina produzida, mas não podem esquecer da fotoproteção, pois também estão sujeitas a queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Assim como as pessoas de pele mais clara, precisam usar filtro solar, roupas e acessórios apropriados diariamente. Ótimo!


 

HÁBITOS DIÁRIOS

As temperaturas mais quentes exigem hidratação redobrada, por dentro e por fora. Aumente a ingestão de líquidos no verão e abuse da água, suco de frutas e da água de coco. Todos os dias, aplique um bom hidratante, que ajuda a manter a quantidade de água na pele entre 10% a 30%.

Alguns alimentos podem ajudar na prevenção dos danos que o sol causa à pele, como cenoura, abóbora, mamão, maçã e beterraba, pois contêm carotenóides, substância que se deposita na pele e retém as radiações ultravioletas. Esta substância é encontrada nas frutas e legumes de cor alaranjada ou vermelha.

No verão estamos mais dispostos a comer alimentos saudáveis, carnes grelhadas, alimentos crus e cozidos. Frutas e legumes com alto teor de água e com baixo teor de carboidratos e muitas fibras também são muito comuns nesta época. Aposte nestes alimentos para ajudar na hidratação do corpo, prevenir doenças e os sinais do envelhecimento.

No banho, use sabonetes compatíveis com o tipo de pele. A temperatura da água deve ser fria ou morna, para evitar o ressecamento.


 

DOENÇAS DE PELE

A combinação sol, praia, areia ou piscina mais o excesso de suor elevam o risco de algumas doenças da pele. Saiba mais a seguir.


Micoses

As micoses podem se manifestar na pele, no couro cabeludo e nas unhas. Vale lembrar que ninguém está livre delas, crianças, jovens, adultos e idosos. Os pés, a virilha e as unhas são os lugares mais comuns em que elas aparecem, mas isso não significa que outras partes do corpo estejam livres das terríveis micoses. São infecções causadas por fungos que se alimentam da queratina presente nesses locais. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como: calor, umidade, baixa de imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos em longo prazo, estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença.

A melhor forma de evitar as micoses é mantendo hábitos de higiene, como: secar-se após o banho, principalmente áreas de dobras da pele, como virilha, entre os dedos dos pés, axilas. Não andar descalço em pisos constantemente úmidos (lava-pés, vestiários, saunas). Usar somente o seu material de manicure. Evite usar calçados fechados o máximo possível.  Opte pelos mais largos e ventilados.


Brotoejas

Aquelas pequenas bolinhas na pele também costumam dar o ar da graça nos dias de calor. Elas surgem principalmente em bebês por conta do contato da pele com o suor nas “dobrinhas” da pele ou das roupas. Elas aparecem quando há entupimento das glândulas sudoríparas. Podem ser bolhas transparentes e podem não coçar quando a obstrução for superficial; ou avermelhadas e coçarem muito quando a obstrução dos canais das glândulas por mais profundo. Usar roupas frescas no calor, evitar locais muito abafados que propiciam a sudorese excessiva, são algumas dicas para evitar brotoejas, principalmente em pessoas predispostas.


Manchas e sardas brancas

As manchas e as sardas brancas surgem devagar e quando menos se espera, elas estão lá fixadas na pele como mini-pontinhos. Elas são danos que os raios solares causaram na pele e aparecem como tempo.

As manchas são conhecidas como manchas senis, ou melanoses solares. Em geral, são manchas escuras, de coloração entre castanho e marrom, geralmente pequenas. Surgem em áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros.

As sardas brancas aparecem quando há ação acumulativa da radiação solar sobre áreas de pele expostas ao sol de forma prolongada e repetida ao longo da vida, provocando alterações nos melanócitos.

A melhor forma de evitá-las é não se esquecendo do protetor solar para que não apareçam novas lesões. As manchas e sardas têm tratamento, feito por um dermatologista especializado. Ele irá avaliar sua pele e as lesões e indicar o melhor tratamento.

Essas lesões são benignas, não evoluem para o câncer da pele; entretanto, são marcadores de fotoexposição e fotodano. Por esse motivo, o acompanhamento regular desses pacientes com dermatologista, é fundamental para uma perfeita avaliação e acompanhamento.


Acne solar

É provocada pela mistura da oleosidade da pele com o uso do filtro solar. Lave o rosto com sabonete ideal para o tipo de pele, use tônicos mais adstringentes e procure usar filtros solares com base aquosa ou em gel, esses produtos deixam a pele mais seca, o que pode diminuir a oleosidade da pele.





























































FONTE: sbd.org.br


Por que a piscina é um símbolo de status?

A festa de arromba realizada pela jovem elite boêmia de Londres em junho de 1928, nas St. George’s Swimming Baths; a foto da atriz Faye Dunaway exibindo seu Oscar na beira da piscina do Beverly Hills Hotel, em 1977; e até mesmo a cena de abertura do filme Sexy Beast, de 2000, em que Ray Winstone faz o papel de um gângster aposentado que se bronzeia às margens de sua piscina – os lugares e o contexto podem até mudar, mas uma coisa é certa: piscinas representam luxo, lazer e, acima de tudo, glamour.


 



Além disso, não existe metáfora melhor para desejos reprimidos e atividades clandestinas. Piscinas sugerem uma dualidade por natureza: há um mundo acima da superfície e outro abaixo dela. Uma conexão psicológica entre a água e os meandros de nosso subconsciente.


 



A piscina é um símbolo de status, principalmente se tiver um design bonito. Algo assim como a maravilha em mármore da casa de O Grande Gatsby.




Em Crepúsculo dos Deuses, de 1950, a piscina da personagem principal tem um papel igualmente importante na trama – e não só porque o filme começa com a descoberta de um corpo boiando nela. Assim como a própria protagonista – uma atriz decadente do cinema mudo – a piscina representa a extravagância e os excessos da Hollywood dos anos 20.



Parte do Sonho Americano


Britânico David Hockney dedicou série de quadros ao modo de vida californiano e suas piscinas



A partir dos anos 50 e 60, o sonho de ter uma piscina no quintal passou a ser algo mais palpável para a classe média americana. E, apesar de serem instalações bem mais simples, elas carregavam os mesmo ideais das grandiosas piscinas dos ricos: prosperidade e uma sensação de liberdade e de escape do dia-a-dia.




Esses eram os objetivos do Sonho Americano, e em nenhuma outra parte dos Estados Unidos essa aspiração foi maior do que no sul da Califórnia.




O artista britânico David Hockney capturou bem esse espírito em uma série de pinturas realizadas entre os anos 60 e 70 e que tinham como foco as piscinas. Seu quadro mais famoso, A Bigger Splash, de 1967, não mostra nenhuma figura humana – apenas a onda que se levanta depois que alguém mergulha nas águas tranquilas.




Simbologia da água
Há algo altamente atraente na domesticação da água como lazer de luxo.




Em seu livro The Springboard in the Pond: An Intimate Story of the Swimming Pool (“O trampolim sobre a água: uma história íntima das piscinas”, em tradução literal), o escritor e professor de história da arquitetura Thomas van Leewen sugere uma relação entre a água e os sonhos. “Em um mundo onde os sonhos são fabricados, a água é de fundamental importância. Por isso, em Hollywood, um lugar tão seco, esse elemento aparece como um sonho vivido em recipientes de concreto ou plástico chamados de piscinas particulares”, argumenta.




Para a cultura ocidental, a piscina é também um símbolo de ordem, de controle sobre o incontrolável. Ela é algo que contém água e que torna a água disponível e útil – o que é reconfortante aos nossos olhos.




No filme Enigma de Uma Vida, de 1968, baseado em um conto de John Cheever, o personagem principal é um homem de meia-idade que decide “nadar para casa”, atravessando todas as piscinas de seus vizinhos. “Ele parecia ter visto, com olho de cartógrafo, aquela sequência de piscinas, aquele curso d’água quase subterrâneo que se estendia pela cidade”, escreve Cheever.




Mas o que começa como uma inocente prova de resistência acaba se tornando um mergulho cada vez mais conturbado em um rio de esquecimento. Conforme o personagem passa de casa em casa, ficamos sabendo que ele teve uma crise nervosa e que o “lar, doce lar” para o qual se dirige não existe mais.




Viveiro de desejos
Se os Estados Unidos detêm o monopólio de imagens de piscinas particulares, na Europa, as instalações de uso público costumam ser o foco de filmes, livros e peças. Isso pode se dever à falta de um clima sempre quente como o da Califórnia.



Filmes como Deep End (“Lado fundo”, em tradução literal), do diretor polonês Jerzy Skolimowski, de 1970, e Naissance des Pieuvres (“Nascimento dos polvos”, em tradução literal), da francesa Céline Sciamma, de 2007, brincam com as oportunidades “voyuerísticas” da piscina pública, com a instalação se revelando como um viveiro de desejos e um lugar de sedução.




Há também histórias nas quais o sexo e a morte se combinam, e a piscina passa a ser um instrumento para o crime. É algo que se pode encontrar no filme Swimming Pool – À Beira da Piscina, do francês François Ozon, de 2003. Nele, uma escritora britânica sofrendo de falta de inspiração busca a tranquilidade da casa de seu editor no interior da França. Ali, ela cria uma trama de sexo e assassinato, e tudo o que vemos acontecer nas margens da piscina nos deixa sem saber o que é realidade ou fruto da imaginação da autora.



É difícil encontrar algo tão reconhecível no mundo inteiro como sendo um objeto que represente tanto o sucesso financeiro de seu dono ao mesmo tempo em que sugere uma leitura simbólica.




As piscinas são um raro híbrido de significados, algo para se pensar enquanto você está estirado à beira de uma delas – seja ela a sua própria, a de um lugar de férias ou uma instalação pública. Olhá-las em sua profundidade pode ser mais compensador do que você imagina.


 


 


 


 


Fonte: BBC Brasil


9 principais benefícios da natação.Confira...
12 Benefícios da Natação Para Boa Forma e Saúde

As crianças desejam se igualar aos golfinhos, e os idosos só buscam um condicionamento, aparência e saúde equivalente a uma faixa etária inferior às próprias. Os benefícios da natação não se limitam a esses, mas é importante que saibamos que o esporte não só é procurado para uma boa manutenção de saúde, mas também para aqueles que desejam manter a boa forma. Será que todos os praticantes se conscientizam da importância e colaboração que o nado oferece à vida dos mesmos?

 

 

Bom, se você já pratica e não sabe quais os benefícios da natação, ou você que está em dúvida sobre a escolha da atividade ideal para você, vamos conhecer um pouco mais sobre esse esporte que refresca e ainda evita o desconforto de suor e temperaturas extremas.

 

 

1.       Longevidade

 

Pesquisadores da Universidade da Carolina do Sul acompanharam testes e vivência de homens com idade de 20 a 90 anos, durante 30 anos, e puderam descobrir que aqueles que praticavam natação contavam com taxa de mortalidade 50% inferior se comparados às demais pessoas fisicamente ativas ou àqueles que mantinham um estilo de vida sedentário. Vale ressaltar que pesquisas semelhantes foram realizadas com mulheres, e os resultados foram semelhantes. Por que não garantir mais alguns anos de vida dando prazerosas braçadas na piscina?

 

 

2.       Sem impacto

 

É comum ouvirmos pessoas relatarem desconfortos e incômodos no início da prática de exercícios físicos. A natação se difere, pois oferece algo que nenhum outro exercício aeróbico pode: ela oferece a capacidade de trabalhar todo o seu corpo, e sem qualquer impacto severo sobre o seu sistema esquelético, assim reduzindo as dores durante a fase de adaptação.

 

Isso ocorre pois quando você está sob a água, seu corpo automaticamente se torna leve. Se você manter seu corpo sob a água até a altura da cintura, seu corpo se manterá apenas com 50% de seu peso, se você submergir um pouco mais, até a altura do peito, esse peso pode se reduzir a cerca de 25 a 35% de seu peso total, e se manter seu corpo sob a água até o pescoço, o peso será o equivalente apenas a 10%.

 

Esses benefícios da natação proporcionam que a piscina seja o local ideal para trabalhar músculos rígidos e articulações doloridas, principalmente para pessoas que lidam com sobrepeso e limitações físicas.

 

 

3.       Artrite

 

A natação é muito recomendada para pessoas que sofrem com artrite. Os alongamentos feitos na piscina podem fortalecer os músculos e ainda contribuir significativamente como treino aeróbico. O ideal para pessoas que sofrem com artrite é uma piscina aquecida, pois a água quente pode ajudar a “soltar” as articulações rígidas. Na verdade, as pessoas com artrite reumatoide podem desfrutar dos benefícios da natação ainda mais que as demais pessoas, principalmente se combinada com hidroterapia. As braçadas na piscina ainda podem reduzir as dores de osteoartrite.

 

 

4.       Força e tônus muscular

 

A natação é uma ótima maneira de aumentar a força e tônus muscular, especialmente se comparada aos demais exercícios aeróbicos. Quando um atleta está correndo em uma pista, ele se move através do ar, enquanto um nadador enfrenta a resistência oferecida pela água, que conta com densidade cerca de 12% maior que a referente ao ar.

 

Sabemos que a melhor maneira de construir força e tônus é através da resistência, logo, mais um ponto para a natação. Essa resistência não se limita apenas aos músculos, mas estudos provaram que o nado também pode contribuir para a melhora de resistência óssea, principalmente quando referente às mulheres na fase da pós-menopausa.

 

 

5.       Trabalha todo o corpo e o torna mais flexível

 

Ao contrário das máquinas de exercícios em academias, as quais tendem a isolar os exercícios a uma parte do corpo por vez, a natação desafia todo o corpo simultaneamente através de uma ampla gama de movimentos que ajudam as articulações e ligamentos a se soltarem e se tornarem mais flexíveis. Você pode mover os braços, pernas e cabeça, e a extensão de braços e pernas proporciona que você alongue seu corpo de forma mais eficiente na água, sendo o alongamento completo.

 

Para você obter melhor os benefícios da natação com flexibilidade, recomenda-se ainda fazer alongamentos suaves antes e após os treinos. Esse melhor controle sobre o corpo ainda favorece o aprimoramento avançado de equilíbrio por um maior período de tempo.

 

 

6.       Melhor saúde do coração

 

Não pense que a natação apenas tonifica músculos do peitoral, tríceps e quadríceps, pois um dos maiores benefícios da natação é sobre o coração. Como a natação é uma opção de exercício aeróbico, ela serve para fortalecer o coração, não só o ajudando a se tornar maior, mas beneficiando-o para um melhor bombeamento, fornecendo um melhor fluxo de sangue por todo o corpo.

 

A natação ainda é apontada como funcional para combater inflamações por todo o organismo, reduzindo assim consequências oferecidas por doenças cardíacas. Recomenda-se pelo menos 30 minutos de nado por dia, essa é uma boa iniciativa para manter a pressão arterial sobre controle, e também reduzir de 30 a 40% da possibilidade de ocorrência de doenças coronárias em mulheres.

 

7.       Controle de peso e queima calorias

 

Muitas pessoas pensam que porque a água é normalmente mais fria que a temperatura de nossos corpos, seria uma dificuldade para perder peso com treinos dentro da piscina, mas é necessário que essas opiniões sejam revistas. Atualmente, a natação é reconhecida como um dos maiores queimadores de calorias, o que pode ser uma excelente alternativa para aqueles que desejam manter o peso sob controle.

 

A quantidade de calorias queimadas depende não só da intensidade em que você se exercita, mas também de sua própria fisiologia. De modo geral, é dito que a cada 10 minutos de natação, nadando de peito, você pode queimar até 60 calorias, enquanto nadando de costas você elimina até 80 calorias.

 

Mas se você é um nadador de condicionamento avançado, nadando borboleta você pode ficar livre de nada menos que 150 calorias. Os intervalos e estruturação com tiros de diferentes intensidades podem favorecer à sua recuperação, e possibilitar uma melhor resistência física.

 

 

8.       Sem alergias 

 

Um dos benefícios da natação é que proporciona que você se exercite no ar úmido, o que pode ajudar a reduzir sintomas de asma e alergias. Um grupo de crianças foi observado durante um programa de natação durante seis semanas, e foi possível notar melhorias na severidade dos sintomas de alergias, respiração bucal e até roncos.

 

Os exercícios na piscina podem auxiliar no aumento do volume do pulmão e ainda ensinar técnicas de respiração adequadas. Os benefícios da natação podem ser ainda mais superiores após o primeiro ano de prática regular.

 

 

9.       Controle de colesterol

 

O poder aeróbico da natação contribui para o equilíbrio dos níveis de colesterol HDL e LDL. É dito que para cada 1% de aumento do nível do colesterol “bom” (HDL), o risco de morte por doença cardíaca cai até 3,5%.

 

Estudos demonstraram que a natação também pode beneficiar a saúde do seu endotélio. Agora você deve estar se perguntando o que é isso, certo? Endotélio nada mais é que a camada fina de células que reveste as artérias, e tende a perder a flexibilidade de acordo com o avanço da idade. Foi comprovado que pessoas com faixa etária de sessenta anos que se exercitam regularmente com a natação possuem função endotelial semelhante à de pessoas com idade de 30 a 40 anos mais jovem, pois o nado faz com que as artérias se expandam e se contraiam de forma mais eficiente.

 

 

10.   Diabetes

 

Foi comprovado que é possível reduzir em até 6% do risco de diabetes para cada 500 calorias queimadas por semana com natação. Recomenda-se no mínimo 30 minutos de natação 3 vezes por semana, assim você queimará em média 900 calorias, assim reduzindo o risco de diabetes tipo 2 em pelo menos 10%. A natação com alta intensidade, 1 vez por semana, pode reduzir o risco de diabetes tipo 2 em até 16%. A prática regular de natação pode auxiliar significativamente no controle glicêmico, principalmente para os diabéticos que praticam no mínimo 150 minutos por semana, assim auxiliando o corpo a lidar com sensibilidade à insulina, sendo válido tanto para diabetes tipo 1, quanto para o tipo 2.

 

 

11.   Sem estresse

 

Sendo destaque entre os exercícios aeróbicos, os benefícios da natação se estendem ao fator psicológico também. Ao cumprir os exercícios e reconhecer a sua superação, a pessoa motiva-se para se manter determinado e animado para seguir em frente. Os níveis de endorfina tendem a ficar mais elevados com as braçadas, por isso, abuse do hormônio da felicidade e seja feliz com o apoio da natação para uma melhor saúde e boa forma.

 

 

12.   Autoestima

 

Os benefícios da natação podem desencadear inúmeros outros, dentre esses, o bem-estar é um dos propósitos que favorecem as pessoas a se manterem ativas e praticando o nado regularmente. Quem não se sente bem e seguro com uma boa forma e melhor qualidade de vida? O fato de se sentir bem pode ficar evidente no comportamento e vida social daqueles que conseguem obter o máximo de benefícios durante toda a vida.
















































































FONTE: http://www.mundoboaforma.com.br/

Conheça os benefícios de fazer sauna

ALIVIAR A TENSÃO, ESTIMULAR A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA E AJUDAR A REJUVENESCER A PELE SÃO APENAS ALGUNS DOS MUITOS BENS QUE UMA SIMPLES SAUNA PODE FAZER POR VOCÊ


Sauna seca ou úmida obviamente são tipos diferentes, mas oferecem benefícios em comum. Conheça as vantagens terapêuticas de suar. 

 

 

Benefícios gerais

Os banhos de calor aliviam a tensão, estimulam a circulação sanguínea e ajudam a rejuvenescer a pele por meio da transpiração. O calor dilata os vasos sanguíneos, reduzindo a pulsação e a pressão arterial. Na sauna seca, como não há formação de vapor, a temperatura é bem mais elevada do que na úmida - varia entre 70º e 90° (com umidade do ar entre 5 e 25%). No vapor, o calor vai de 45 a 60ºC (com umidade de 95%). A boa notícia é que meia hora de sauna pode equivaler a dez minutos de exercício cardiovascular ou corrida leve. "Em alguns minutos na sauna, seu coração trabalha tão duro quanto se exercitando", diz o especialista em medicina esportiva Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues. Alerta: quem tem pressão arterial alta ou muito baixa ou faz uso de remédios para hipertensão deve evitar fazer sauna.

 

 

 

Perda de peso

Existe a crença generalizada de que fazer sauna ajuda a emagrecer. O fato é que na sauna a vapor você pode perder até 125 gramas em dez minutos. Mas não se engane: praticamente tudo o que eliminar será em forma de suor (só água e sal). Na seca, a temperatura é mais alta, mas por conta da menor umidade você consegue suportar o calor por muito mais tempo e perder até 500 gramas em 10 minutos. Mas também só em forma de líquidos.

 

 

 

Limpeza de pele

A transpiração na sauna abre os poros e ajuda a remover sujidade da epiderme, camada superficial da pele. Mas não elimina toxinas de dentro do corpo, como algumas pessoas acreditam. "Na sauna a vapor, o calor associado à umidade contribui para a abertura plena dos poros, permitindo a liberação de sujeira e até produtos químicos aderidos a eles", diz a dermatologista Mirella Moraes, de São Paulo. Já na sauna seca, o corpo tende a dilatar seus capilares para expulsar o calor, mas retém a umidade, o que pode acabar prendendo algumas sujeiras nos folículos, explica a médica.   



 















































FONTE: http://gq.globo.com/

Água de coco é fonte de sais minerais e alternativa para hidratação do corpo

No verão, uma pessoa pode perder até dois litros de água por dia.
Com o suor são eliminados potássio, sódio, encontrados na água de coco.


A água de coco é fonte de sais mineiras e tem baixo teor de açúcar, sódio e gordura. Por isso, ela é uma ótima alternativa para hidratação, principalmente após a atividade física. No verão, uma pessoa pode perder até dois litros de água por dia na transpiração. Junto com o suor são eliminados potássio, sódio, magnésio e outros sais minerais. Tudo isso é encontrado na água de coco.

 

 

“A água de coco é um hidroeletrolítico natural. Para pessoas que são atletas, que querem repor sais minerais, ela tem os sais necessários. É muito importante para quem faz atividade física acima de uma hora e precisa repor os sais perdidos”, explica a nutricionista Elisa Lerch.

 

 

Uma boa notícia: água de coco natural e industrializada são iguais! Olhando os valores nutricionais, não faz diferença, nenhum nutriente é perdido no processo. Apenas o sabor muda por conta dos antioxidantes.

 

 

E não é só a água de coco que tem todos os benefícios – aproveite para comer a carninha! “Ela tem tanto os minerais, como proteína, e tem uma gordura boa, que aumenta a sensação de saciedade e diminui o colesterol, dá energia. Ela pode ser consumida por vários tipos de pessoas: atletas, quem quer manter baixa taxa de glicose, até diabéticos”, completa a nutricionista.

 

 

Coco fresco x coco seco


O coco seco (marrom) e o coco fresco (verde) são a mesma fruta. A diferença é o tempo de maturação de cada uma. Quando colhido com sete meses é o coco verde, que aproveitamos a água. O coco maduro fica até 10 meses no coqueiro. O coco marrom é o coco verde sem casca e mais maduro.











































Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/

5 motivos para experimentar a natação

          Você está em busca de uma atividade completa? Aposte na natação e conquiste um shape magro, modelado e saudável. Saiba mais!


 

          A natação é indicada para quem deseja modelar  braços, pernas, costas e abdome, além de promover perda calórica e agregar melhorias à saúde. Confira as vantagens de praticar a atividade:


1- Deixa o corpo mais harmônico, pois desenvolve membros superiores e inferiores ao mesmo tempo.


2- Melhora (e muito) a capacidade cardiovascular.


3- Diminui o risco de lesões por causa da ausência de impacto.


4- Para quem segue um programa de treino adequado, gera uma grande perda de peso.


5- A água ajuda a regular a temperatura do corpo, o que deixa a atividade mais intensa e permite que seja praticada por mais tempo.

























































































































FONTE: UOL

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